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Início » Colunas » A Elite Q.I. 83: Como Balneário Camboriú Representa a Degradação do Brasil
Sociologia

A Elite Q.I. 83: Como Balneário Camboriú Representa a Degradação do Brasil

Eduardo Carvalho
Última atualização: dezembro 31, 2024 8:47 pm
Eduardo Carvalho 4 minutos de leitura
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Balneário Camboriú representa uma faceta decadente e culturalmente pobre de uma parcela da elite brasileira. Toda a estética da cidade reflete artificialidade e ausência de profundidade cultural. Os arranha-céus e torres de vidro são réplicas de cidades artificiais como Dubai e a arquitetura demonstra a miserável noção artística dessa elite. A elite que habita Balneário é composta, majoritariamente, por funkeiros, socialites, sertanejos universitários, playboys, jogadores de futebol aposentados e prostitutas — todos compartilhando um estilo de vida tão artificial quanto a própria cidade.

Essa é a chamada “elite Q.I. 83”: desprovida de cultura, alheia à literatura e insensível à verdadeira noção de beleza. Tal ignorância se reflete em suas escolhas estéticas, que se resumem a prédios envidraçados ou casas de concreto estéreis. A música que consomem e promovem é um reflexo direto dessa superficialidade: eletrônica comercial, funk ostentação, sertanejo universitário e banalidades como o infame “Descer pra BC”.

No Brasil, podemos identificar quatro tipos principais de elites:

A elite do capital financeiro, que impõe políticas entreguistas e neoliberais, comprometendo a soberania nacional e promovendo o rentismo;

A elite dos bancos, que financia ONGs identitárias, perpetua a usura e reforça a exploração do trabalhador, alinhada aos interesses do mercado financeiro;

A elite do agronegócio, romantizada pela direita, mas cuja riqueza depende da exportação. Enquanto isso, a agricultura familiar é responsável pelo alimento que chega à mesa do brasileiro comum. Culturalmente, o agronegócio patrocina a música sertaneja universitária, que degrada a essência da música caipira de raiz, substituindo-a por letras que exaltam hedonismo, embriaguez e superficialidade;

A elite de Balneário Camboriú, composta por socialites medíocres, playboys fúteis, influencers vazios, prostitutas que vendem sua imagem em plataformas digitais e funkeiros ostentação. Essa elite não produz literatura, não contribui para a música erudita ou tradicional brasileira (como o samba de raiz, o choro ou a moda de viola), nem eleva o espírito ou a moral do país.

De todas essas elites, a última é a mais perniciosa. Apesar dos danos causados pelo capital financeiro, pelos bancos e pelo agronegócio, é essa elite de Balneário que mais contribui para a degradação cultural e mental do brasileiro comum. Ela cria modelos vazios de aspiração: a jovem que quer ser a prostituta do OnlyFans, o jovem que quer ser o playboy baladeiro ou o funkeiro ostentação semiletrado.

O brasileiro médio, em sua busca por status, é seduzido pela ideia de que essa elite representa o ápice da existência humana. Sonha em estar em Balneário Camboriú, ouvindo “Descer pra BC” e consumindo os valores rasos que essa cultura promove.

Por fim, todas essas elites, em diferentes níveis, comprometem o futuro do Brasil. Mas é a última — a elite artificial de Balneário Camboriú — que mais contribui para a mediocridade cultural, intelectual e moral do país

MARCADO:balneariobalneario camboriúbcbrenno e matheusdescer pra bcmatheusq.i 83santa catarinasertanejo
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